No dia 21 de setembro, em São Petersburgo, no Segundo Fórum das Mulheres da Eurásia, ocorreu a apresentação da Women's Business Alliance BRICS. Os participantes discutiram as principais tarefas da Aliança e os instrumentos para a sua implementação.
O evento contou com a presença de um membro da administração da holding de investimentos “Sekunjalo Investment” Zenariah Barends, presidente do Fórum Internacional BRICS Purnima Anand, fundador e diretor executivo da empresa “Ladies in the frontline” Slauzi Mogami, e presidente da Global Comércio russo Anna Nesterova. Natalia Strigunova, Diretora Adjunta do Departamento de Cooperação Econômica Multilateral e Projetos Especiais do Ministério de Desenvolvimento Econômico da Federação Russa, participou como moderadora.
Anna Nesterova, no seu discurso, observou que, até à data, a maioria das mulheres empresárias nos países BRICS têm predominantemente pequenas ou médias empresas e não têm a oportunidade de entrar nos mercados globais. A Aliança tornar-se-á uma plataforma para novas iniciativas no desenvolvimento dos negócios das mulheres. Anna Nesterova sublinhou que as principais actividades da Aliança serão expandir o acesso ao capital e reduzir as barreiras ao desenvolvimento empresarial. Prevê-se também prestar especial atenção ao desenvolvimento do empreendedorismo feminino nas indústrias dos meios de comunicação social e das telecomunicações, da moda, das artes e ofícios e do turismo.
Zenariah Barends, membro da administração da holding de investimentos “Sekunjalo Investment”, falou sobre o desenvolvimento da agenda da Aliança BRICS na África do Sul. Ela destacou a importância de criar ferramentas práticas para o desenvolvimento empresarial: as mulheres empresárias devem ser capazes de utilizar ferramentas para encontrar novos parceiros, partilhar experiências e atrair investimento para os seus projectos.
A presidente do Fórum Internacional BRICS, Purnima Anand, compartilhou sua experiência no desenvolvimento do empreendedorismo feminino na Índia. Na sua opinião, a barreira de acesso à informação é a principal questão para o envolvimento das mulheres na economia. Por conseguinte, deverá ser dada especial atenção ao desenvolvimento de empresas femininas em regiões remotas.


