A proposta é consolidar o modelo de gestão como um modelo de negócio social dirigido por mulheres e para mulheres com base em três pilares: formação, pesquisa e desenvolvimento de ferramentas e instituições financeiras. Isso, no marco da economia social, onde o cooperativismo é a forma associativa por excelência para o desenvolvimento econômico de comunidades e sociedades. Inicialmente a proposta visa expandir a gestão para outras províncias do país e posteriormente ver a possibilidade de regionalizar (internacionalizar) seu modelo. Para atingir esse objetivo e facilitar os processos, a Rede de Mulheres Líderes (RML) propõe a criação de uma Plataforma Digital para o Fortalecimento Integral da Autonomia Econômica e Prevenção da Violência contra as Mulheres.