O projeto adota a tecnologia avançada reconhecida pelo Ministério da Proteção Ambiental – o processo de produção limpa de dióxido de titânio pelo método do sulfato. Ele formou um sistema de economia circular de titânio-fósforo-enxofre-ferro-cálcio, alcançando a maximização da utilização de recursos por meio da integração e acoplamento da economia circular. O sistema de produção de ácido fornece o ácido sulfúrico e o vapor necessários para a produção de dióxido de titânio, usando tecnologia avançada de recuperação de calor de média e baixa temperatura. O vapor de média pressão gerado é usado para geração de energia de calor residual, e o vapor de baixa pressão gerado após a geração de energia é usado para a produção de dióxido de titânio, alcançando a utilização máxima e gradual da energia térmica. O ácido residual da produção de dióxido de titânio é concentrado pelo gás residual do forno após o forno, e o sistema de dióxido de titânio é reutilizado e vendido para empresas vizinhas para uso, e uma parte é usada para produzir superfosfato de exportação granular e outros produtos químicos. A produção de sulfato ferroso, subproduto do dióxido de titânio, é misturada com minério de ferro sulfúrico, e o resíduo de pó de ferro produzido é vendido para siderúrgicas. O setor de mineração será transformado em uma mina de referência de primeira classe no país, com mineração, seleção e recarga integradas.